Febre amarela: como identificar os sintomas e prevenir

por Equipe Sulmed, 2018-02-06

Causada por vírus e transmitida por vetores, como mosquitos, a febre amarela é uma doença infecciosa grave. Os dois tipos mais comuns da doença são: febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti, ou febre amarela silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe. O nome da enfermidade está ligado ao fato de provocar amarelidão no corpo (icterícia) e hemorragia em diversos graus.

Inicialmente a doença não apresenta sintomas, porém quando surgem são repentinos e incluem: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

O diagnóstico da febre amarela é feito com base nos sintomas, histórico médico e de exposição a mosquitos possivelmente infectados. Caso o médico suspeite de febre amarela, existe um exame de sangue que pode detectar a presença do vírus ou de anticorpos que indiquem sua infecção anterior.

A prevenção da febre amarela urbana, tipo mais comum nas cidades, se dá através do combate ao mosquito transmissor. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d'água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolver-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Além disso, é importante estar atento à disponibilidade da vacina, considerada a melhor forma de prevenção da doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Fonte: Fundação Oswaldo Cruz e Ministério da Saúde

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