por Equipe Sulmed, 2016-06-08

Se você nunca sofreu com a enxaqueca provavelmente conhece alguém que passa por períodos de dor de cabeça intensa. Um tipo de cefaleia, a dor pulsátil vem geralmente acompanhada de fotofobia, náusea e vômito. A duração da crise varia de quatro a 72 horas, podendo ser mais curta em crianças. Segundo o Ministério da Saúde, de 5 a 25% das mulheres e 2 a 10% dos homens tem enxaqueca.

Além disso, a enxaqueca pode ser divida entre com aura ou sem aura, e essas em episódica ou crônica. A enxaqueca crônica se caracteriza por cefaleia em 15 ou mais dias do mês, sendo oito dias com crises típicas de enxaqueca, por mais de três meses, na ausência de abuso de medicamentos.

Causas

A enxaqueca não tem causas totalmente conhecidas. O que se sabe é que ela está diretamente ligada com alterações no cérebro e possuem influência genética. Normalmente as crises iniciam quando as células nervosas, já em estado de hiperexcitabilidade, reagem a algum gatilho externo, enviando impulsos para os vasos sanguíneos, causando sua constrição ( relacionado a aura) seguida de uma dilatação (expansão) e a libertação de prostaglandinas, serotonina e outras substâncias inflamatórias que causam a dor.

Os gatilhos variam em cada indivíduo, mas os mais comuns são: estresse, jejum prolongado, dormir mais ou menos do que o de costume, perfumes e odores fortes, luzes e sons intensos, medicamentos, esforço físico, fatores hormonais e alguns alimentos e bebidas, como aqueles que contêm cafeína, aspartame, álcool, frutas cítricas e comidas gordurosas.

Tratamento

Ao perceber sinais de crises de enxaqueca ou notar que elas acontecem com frequência, você deve buscar ajuda médica. Na consulta o médico poderá indicar o tratamento mais completo e correto para cada caso. É importante estar atento aos medicamentos recomendados e não fazer uso por conta própria, já que as dosagens podem não ser as ideais para seu caso.

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